Para vivermos nossa consagração a Jesus, Divino Mestre,  que se fez Casto, Pobre e Obediente, abraçaremos com o coração indiviso, desprendido dos bens matérias e voltados para a vontade de Deus, os Conselhos Evangélicos de Castidade, Pobreza e Obediência.

A prática dos Conselhos Evangélicos nos ajudará a vencer os obstáculos à vontade do Senhor e permitirá vivermos intensamente o amor a Deus e ao próximo consumando nossa consagração.

  • Castidade

Pelo voto de castidade, manifestamos nosso amor indiviso a Cristo e nos dedicamos totalmente ao serviço de Deus e de todos os homens e mulheres, imitando assim, nosso Divino Mestre, por causa do Reino dos Céus (cf. Mt 19,12).

Por este voto, livre e consciente, abrimo-nos mais inteiramente ao próximo e testemunhamos no nosso modo de vida o amor existente entre Cristo e a Igreja.

Nossa castidade, vivida no celibato, será portanto uma resposta madura à Vocação Divina, fonte de fecundidade espiritual sendo um testemunho eficaz de nossa consagração e doação ao serviço de Deus no amor.

  • Pobreza

Por este segundo voto, desejamos viver como o Senhor Jesus Cristo, que “sendo rico se fez pobre” (cf. II Cor 8,9). Através dele, não só renunciamos ao desejo e à posse dos bens materiais, mas também nos abrimos a partilha dos bens espirituais, da vida, dos valores humanos existentes em cada membro da comunidade. Por este voto, fazemos também ecoar em nossa vida a opção preferencial pelos pobres feita para Igreja (cf. Puebla, nº 733735).

Seja vivida de tal forma nossa Pobreza, que se torne um sinal questionador, capaz de suscitar mudanças também na sociedade. Que nossa Pobreza professada revele a força transformadora das Bem-aventuranças.

  • Obediência

Nossa vida encontra pleno sentido e realização quando obedecemos à vontade de Deus. Por esta razão, em seguimento a Cristo Jesus, que “se fez obediente até a morte, e morte de cruz” (cf. Filip 2,8), submetemos nossa vontade, livremente, ao superior do Instituto que faz cumprir a vontade de Deus, quando lembra e ordena em conformidade com a Regra. Obediência, longe de menosprezar a dignidade da pessoa humana, a leva à maturidade, fazendo crescer a liberdade dos filhos de Deus (cf. PC 14).

Por nossa obediência à vontade de Deus e a este estilo de vida que abraçamos, busquemos a unidade sempre firme com o Sumo Pontífice e o bispo da Diocese onde vivermos, prestando-lhes nossa obediência.

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